Desafio

3 07 2007

Devia passar este desafio a 5 pessoas, mas não conheço assim tanta gente, pois não? Então, quem quiser que participe. Estão a ouvir Tranita, Noche e Paulo? Pelo menos vocês não me deixem ficar mal!!

Bom a ideia é do Ludovicus Rex e consiste em:
Pegar no livro mais próximo (Não precisa de ser o que andam a ler)
Abri-lo na página 161
Procurar a 5ª frase completa
Colocar a frase no vosso blogue ou como comentário no meu
Não vale procurar o melhor livro que têm, usem o mais próximo
Passar o desafio a cinco pessoas
 

Livro:

M. Yourcenar - Denário do Sonho

Frase:
“Pensou por momentos em convidar os seus camaradas de equipa para uma rodada, mas o ganho não justificava uma tal magnificência; eles já iam longe, e de resto não convinha que muita gente soubesse do golpe da fonte.”

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15 responses

3 07 2007
falc0

Achei este desafio interessante, mas tenho que por os pontos nos i´s!
Sem querer mal dizer, é só para informar que na categoria, “dassafio” está com um “s” a mais.
Em segundo, queria fazer uma pergunta. Qual a finalidade e porque a página 161 e não a página 46 ou 130…?

Mas pronto…isso não interessa. Eu vou participar à mesma. xP
O livro que escolhi chama-se “O meu pipi”

“O que é que o tio Fodinhas propõe?”

A verdade é que uma pessoa ao participar neste desafio tem uma certa motivação para ser ele proprio a escolher a frase, pelo menos foi o que me aconteceu…Pois como podem ver, calhou-me uma frase sem interesse nenhum.
Já agora, não se levem pelo nome. O livro é bastante engraçado e prova disso é o facto de este já ir na oitava edição. Este por acaso não é meu, é do meu irmão que já não vive em casa. Tive que ir lá mexer nos livros dele, porque dos meus, devem ser muito poucos os que chegam às 160 páginas. Livros com muitas páginas não me puxam muito e além disso sou mais virado para as bds.

3 07 2007
Lalage

😆
Agora fica assim, um desssafio sibilante.
Foi a primeira vez que entrei nesta coisa dos desafios e nem sei bem como funciona. Acho que o Ludovicus escolheu a página 161 ao acaso. pela minha parte escolhi o livro ao acaso, estendi a mão para a estante e foi o que saiu.

4 07 2007
Ludovicus Rex

Escolhi sim a página 161 do Enigma.
Lindo. Kiss

4 07 2007
Paulo Guinote

O livro mais próximo (Amos Oz, Contra o Fanatismo), não tem p. 161, porque vai apenas até à 95 (foi aquele pequenino que numa 3ª feira, o Público deu de borla.
😦
O outro logo a seguir, tem a seguionte 5ª frase completa:

«Something is right, a social system say, when an ideally rational and impartial spectator would approve it from a general pointo of view should he possess all the relevant knowledge of the circunstances.»

Garanto que é mesmo assim e só foi preciso esticar moderadamente o braço.
Como acho que sabes o caos é a regra à volta desta mesa.
Trata-se da edição de 1999 de A Theory of Justice do John Rawls, sobre que escrevi há uma semana ou duas no Umbigo.

4 07 2007
tranita

Acho que vai ser um pouco difícil “arranjar” os cinco amigos, eu conheço os mesmos que tu, a família e a família alargada de mais um elemento.
😉 😮

4 07 2007
Lalage

Ara! Responde ao desafio aqui! Não te custa muito, ou não tens livros em casa à mão? O livro de estatística também serve 😉
Paulo, gracias!

6 07 2007
silviaagostinho

mistério! calhou-te uma boa frase 🙂

7 07 2007
Lalage

Qualquer frase tirada de um livro da M Yourcenar seria boa. Eu acho.

8 07 2007
Mário Lopes

O primeiro livro, só ia até à página 103… Era “A Filosofia Antiga” de Jean-Paul Dumont.
O segundo é este:
Nietzsche, Frederic – Ecce-Homo. 5ª ed. Lisboa: Guimarães & C.ª, Editores, 1984. (Tradução e Prefácio de José Marinho)

“Na grande economia do Todo, os terríveis golpes da realidade (na ambição, nas paixões, na vontade de poder) são necessários em grau inapreciável, muito mais que a forma medíocre de se ser feliz que se chama «bondade».”

Tenho isto organizado por temas, e por mera aleatoriedade as obras filosóficas são as que estão mais próximas… Não me julguem um Platão wannabe… 😛

É um desafio interessante 😀

9 07 2007
Kabec_Ilha

Não sei se vou a tempo e desculpem a intermissão. Achei piada ao desafio. Aqui vai: “Nesta observação pretendo destinguir o fenómeno de intuição aguda de Borges segundo qual os artistas criam os seus percursos, como por exemplo o Kafka de Borges cria o Browning de Borges. Refiro-me a uma coisa mais drastica e (presumivelmente) absurda, que é o triunfo de colocar, na sua própria obra, o antepassado, de forma a que passagens concretas da obra “deste” se pareçam não com presságios do nosso próprio advento mas antes pareçam devoradoras da nossa própria realização, e mesmo (necessariamente) diminuidas pelo nosso maior esplendor”.
Harold Bloom

10 07 2007
Lalage

Fixe, Mário!
Cabecilha, claro que chegaste a tempo!
Pena é que certas pessoas que eu cá sei não tenham respondido ao desafio…

10 07 2007
Meg (Subrosa)

Olá, Lalage (que sons!)
minha quase patológica timidez, quase não me permitia escrever, mas pronto, já agora comecei e – penso, irei até o fim.
Estou absolutamente tocada, émue, touched, por estar lendo esse livro neste momento.
Aqui, no Brasil, por uma dessas convergências (ou como dizem e falam sinestrias (?) ] publicou-se bastante há pouquíssmo tempo, as duas Marguerite (e sem nenhum alarido, que de facto merecem): a Yourcenar, grandiosa e a Duras, fantasticamente intimista e a falar de si, como não julgo outro escritor falar melhor.
Pronto, estou agora, morta de vergonha, não sei como terminar este comment e só posso dizer que fiquei feliz de e por encontrá-la.
Parabéns, belo blog.
Um forte abraço
Meg.
P.S Acho que todos nós que temos blogues há mais tempo, chegamos a conhecer o “Aqui não há poeta’. No que me toca, apenas a pena de não ter me dedicado a lê-lo de maneira melhor.
M.

11 07 2007
tranita

Bem, estou a ler este a meia com um Roth. Mas vai este o A Cauda Longa.

Toda a dimensão da prateleira do supermercado foi estudada, avaliada, por
focus-groups e analisada por antropólogos especializados, através de câmaras ocultas e etiquetas de identificação por radiofrequência.

(Vamos lá ver se a formatação ficou catita… )

[A formatação ficou boa, eu é que não percebi qual é o primeiro livro de que estás a falar…]

11 07 2007
tranita

Pelos vistos o Noche) não anda a ler livros… com a mudança para o parque não tem tempo, apesar de ter muitos livros em casa não estão suficientemente perto…

11 07 2007
Lalage

Meg, bem vinda e… aqui não há razão para timidez 😉 Aqui a je não intimida ninguém, nem mesmo quando quero.
Quanto às Marguerites, gosto imenso de lê-las e relê-las. Só por curiosidade aqui ficam os livros que mais gostei de ler:
M. Yourcenar – O Tempo esse grande escultor
M. Duras – O Marinheiro de Gibraltar

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