o resto é ruído

5 01 2010

Muito trabalho. Muitas tarefas. Pouco tempo. Boa música. Boas leituras. Este é o resumo dos meus dias neste Janeiro cinzento.

Uma das leituras que me acompanham, e que recomendo vivamente, é de Alex Ross, O Resto é Ruído. À Escuta do Século XX. Tradução de Mário César d’Abreu. Casa das Letras:

Li pela primeira vez sobre este livro no blogue de Rui Bebiano. De onde se conclui que a leitura de blogues pode ser muito útil para quem não lê a Ler😉


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2 responses

11 02 2011
Mário César d'Abreu

Viva Zé,
Sou o tradutor de “O RESTO É RUÍDO, À ESCUTA DO SÉCULO XX” o Mário César d’Abreu.
(Já agora, além do Website que refiro acima, que é um meu “blog”, tenho outro “blog” intitulado Caleidoscópio de Desassossegos. Se estiver interessada em consultá-lo basta procurá-lo no Google). Sobre este livro que traduzi há cerca de 2 anos ou 2 anos e meio, aparece no Google uma crítica “desfavorável” que foi publicada na “TIME OUT” edição portuguesa. Diz o autor da crítica – com quem naquela ocasião troquei uns 2 ou 3 mails – que a tradução tem ipsis verbis “várias argoladas” (que não específica) e que “se souber ler bem inglês vale mais ler a edição original”… Numa das respostas que lhe enviei, dizia eu que o que ele não sabia era que, quando a minha tradução já tinha sido entregue à editora, após seis meses de árduo trabalho, o autor, Alex Ross, me enviou cerca de 10 folhas A4 repletas de correcções à sua obra, que me pedia insistente e encarecidamente que introduzisse na minha tradução. Fui “a correr” à editora para entregar as ditas correcções que imprimira nas tais 10 folhas e lhes perguntar se queriam que fosse eu a introduzi-las. A resposta foi que não, que as introduziria a editora. Não sei se as introduziram de facto ou não. O livro tem quase 600 páginas em letra “miúda” !!
Este “crítico” também escreveu noutro “site” as mesmas críticas, mas quando tomou conhecimento do que relato acima, retirou-as. Não me recordo do nome ou do endereço desse outro site. Só permanece o da TIME OUT. O que pretendo com este comentário é chamar a atenção para o facto de como se pode, insensatamente, destruir, ou melhor, tentar destruir, a reputação de um tradutor profissional com longuíssimos anos de prática de tradução de várias línguas e que não necessita de lições apressadas da língua inglesa ou da portuguesa.

13 02 2011
Maria Fernanda

Tens razão, pois quem não se sente, não é filho de boa gente. Além disso, eu li o teu trabalho em Bruxelas, no ano passado… e achei-o realmente bom! Fizeste o que devias fazer… portanto, toca a andar para a frente!
VOZES DE BURRO NÃO CHEGAM AO CÉU… mas chega sempre lá o trabalho esforçado de cada um dos mortais, e isso é que devemos ter em conta! As argoladas também denunciam aqueles que as enviam assim para o ar… a ver se colhem adeptos ! Corações ao alto… e nada de sobressalto!
Um abraço.

Um abraço solidário.

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