escola

9 01 2010

A reflexão que li no kitsune noir sobre manuais escolares deixou-me a pensar.

“E se os conteúdos escolares fossem apresentados de uma forma completamente diferente? E se os manuais escolares tivessem uma apresentação semelhante ao de um exemplar da revista Monocle, com gráficos interessantes, belas fotografias e escritos de uma maneira que fosse apelativa para os jovens?” Bobby.

Para mim, a questão da apresentação é apenas um ponto de partida. Como diz alguém nos comentários ao post referido, os conteúdos devem ser o mais importante. Por muito apelativa que seja a embalagem, sem conteúdo, os manuais são superficiais e não servem para nada. Mas a verdade é que, falando da minha experiência profissional,  o que eu cada vez mais noto nas aulas é que os alunos têm tendência para olhar as imagens e resistirem estoicamente à leitura das ‘letras’. É complicado, de facto.

Mais à frente ele refere que o futuro dos manuais escolares devem ser os netbooks. Apresenta até o exemplo do irmão do namorado. Se calhar sou demasiado conservadora, mas assusta-me um bocado a ideia de os alunos não terem contacto com o objecto material que é o livro. Da infância oiço a voz do meu pai “nunca te esqueças, um livro é um amigo”. Não é possível ter a mesma relação com uma maquineta, pois não? Por muito trend que seja, por muito prático que seja, por muito clean que seja, um ‘Magalhães’ é uma máquina.

Sem mais, termino com o cartoon que vi no Notas ao Café:


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