CPC

16 12 2010

Há pessoas que não conhecemos mas que fazem mais parte da nossa vida do que alguns daqueles com quem convivemos todos os dias.
Carlos Pinto Coelho era uma dessas pessoas.
Sempre que o via ou ouvia a sua voz, lembrava-me dos serões na ilha Graciosa em que o genérico do Acontece me levava diariamente uma imagem de Lisboa. Quem esteve assim longe de casa (com um oceano e meio ordenado a separar de casa, com um único canal televisivo, sem internet ou telemóvel ou sequer telefone) é que entende o que significava para mim ver aquelas imagens. Era como estar em casa por uns minutos. Diariamente. Ao fim do dia.


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3 responses

17 12 2010
Moura Aveirense

Fiquei muito triste quando ouvi a notícia. Adorava o “Acontece” e achei horrível quando deram fim ao programa.

20 12 2010
Van Dog

É verdade que parecia muito próximo de cada um de nós…

21 12 2010
Lalage

Também eu Moura, também eu.

É isso mesmo, Van Dog, ele era uma pessoa como todas as outras🙂
O Câmara Clara, por exemplo, é informativo mas distante…

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