Ficções

7 07 2012

A primeira vez que li A Obra ao Negro, de Marguerite Yourcenar, tinha pesadelos. Diziam-me que eu acordava toda a casa aos gritos pelo Zenão, a avisá-lo dos perigos que o espreitavam. Nesses dias, as minhas conversas iam sempre ter ao Zenão, às suas aventuras, viagens, conversas e experiências. Havia quem me perguntasse de onde é que eu conhecia uma pessoa tão estranha e ficasse surpreendido por eu dizer que se tratava de uma personagem de ficção. Ainda hoje não sei se o mérito é da escritora que criou uma personagem tão verídica, ou se o meu eu adolescente era muito sugestionável. Tenho de reler o livro para tirar as teimas. Mas… sempre que pego no livro recuo tão fortes a impressão que me deixou.


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