Chatice

21 11 2012

Faz-me confusão, a sério que faz. Como é possível estar horas seguidas, dias inteiros, a vida toda, enfim, embrenhado em jogos. E depois achar que conviver com os colegas, aprender coisas novas por exemplo nas aulas é tudo  uma chatice, “tal seca”, diz-se agora. Se a alternativa às aulas fosse passear, ir ver o mar, visitar uma exposição, ler um livro…. compreenderia.

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não, está gorda!

18 10 2011

Passeando pelo jardim com a Paloma, cruzamo-nos com uma senhora e sua luluzinha. Rapidamente ficam amigas e fazem as usuais coisas de cão. Meto conversa perguntando se a cadelinha está grávida. O que eu fui perguntar! Muito ofendida a senhora responde-me enquanto se afasta rapidamente:

– Não! Está gorda como eu! Porquê?

Uppsss





Mundo ao contrário

24 07 2011

Este é o editorial do Público. E eu aconselho a leitura. Basta um clique para que o texto fique mais legível.





O último voo

8 07 2011

Parece que foi ontem. Olhava para a TV com dificuldade em decidir se era ficção científica ou realidade. Era um avião, mas também era uma nave espacial, mas também era a promessa de um novo mundo. E olhem, passaram uns 30 anos e dizem-nos que a aventura acabou! (Carregue aqui para seguir o STORY TRACKER do The Guardian).
Cá para mim é apenas uma pausa.
Espero.
É que Marte continua à espera.





A má vizinha

2 05 2011

O gosto musical dos meus vizinhos é diferente do meu. Isso não é grande problema. Ou melhor, não deveria ser….
A questão agiganta-se quando eles resolvem encher-me a casa com os sons distorcidos a que chamam música. Até as paredes chegam a vibrar, às vezes, com as intensas ondas sonoras que aqui chegam. Mas mesmo quando o volume não é exagerado, considero que não têm o direito de me encher a casa com sons que não escolhi!
E refilo. E ameaço. E queixo-me.

Estou errada? Será que isto faz de mim má vizinha?

Pelo menos a Lei está do meu lado, não é?





Gatos

5 03 2011

Eu sei, é Carnaval, que ninguém leva a mal, e não sei quê não sei que mais. Mas há limites, não é? Quer dizer, escolher cabeleiras para gatos é exagero, não é?!

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Fotos daqui.





Surreal

2 02 2011

Conhecem aquela sensação “isto está a acontecer mas não é real, devo ser eu que estou a sonhar”?

Foi o que senti no sábado. Fui passear a Paloma bem pela noitinha. Um homem vinha atrás de nós com passadas largas.
Ultrapassa-nos.
De repente vira-se para trás e pergunta furioso: “está a perseguir-me?!” Eu fico sem reacção. Ele continua o seu caminho.
Já lá à frente, volta na nossa direcção e pergunta, novamente em tom irado “Está a rir-se de mim?” Fiquei siderada de medo. Mas ele seguiu o seu caminho.
A tonta da Paloma acelerou para o acompanhar. Aí é que foi. Ele estaca, vem de braços no ar, parecia que me queria bater, “e ainda por cima atiça o cão!?!” Fiquei parada, na rua deserta, sem reacção tal era o medo. Ele seguiu caminho. De vez.
Finalmente lá consegui recomeçar a andar, virei na primeira rua. Cheguei a casa a tremer e a pensar isto foi só um pesadelo, uma cena daqueles filmes da twilight zone.

Moral da história? Por uns tempos vou ignorar os pedidos da donzela para ir passear à noite!