Fascinante Albrecht Dürer

19 03 2017

Esta manhã,  no MNAA,  fizeram-me ver para o retrato de S. Jerónimo, de A. Dürer. E como vi o que vi, nunca mais verei as obras deste artista de outra maneira. Depois reli uma  crónica que Anabela Mota Ribeiro escreveu sobre este pintor. Mais curiosa fiquei, e o fascínio cresceu.

Autorretrato de 1498, Museu do Prado:
Autorretrato_Albrecht_Dürer,_Prado

 

A Lebre de 1582.

Começou com a barba deste velho senhor, chamemos-lhe s. Jerónimo:
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8 de março

9 03 2013

Dia da Mulher ainda é sobre isto. É bom não esquecer.

Para ver a história completa, carregue em qualquer uma das imagem ou aqui.





Curiosidade Marciana

22 08 2012

Finalmente a Curiosity chegou a Marte. Não é maravilhoso? Um sonho de intemporal que se realiza. Tantas perguntas que poderão ser respondidas.  E tantas perguntas novas que serão colocadas. Como por exemplo, o que vai acontecer à Curiosidade quando a sua missão acabar? Arsene Desbois em Le Néandertalien Illustré, avança com uma resposta creio que baseada no que se passa nas explorações à superfície da Terra. Pode ser que o futuro não lhe dê  razão.





Digno de dó

9 08 2012

No passeio matinal de hoje, com a Paloma, fiquei com pena de um menino que tem uma família que lhe ensina a ter medo de “bichos”:

– Vóóóóóó!
Dá-m’a mão
Táli um cão!


Ilustração de Larry Day para a capa do livro de Susanna Pitzer, Not Afraid of Dogs.





Internet, really?

8 02 2012

Um vício absoluto, confesso. Começou nos Açores como forma de iludir as distâncias, o custo exorbitante dos telefonemas, as semanas que as cartas levavam no vai-e-vem. Agora que nenhuma dessas razões existe, eu não consigo imaginar a minha vida sem internet.

Um vício absoluto que é preciso rever e ultrapassar. Decidi começar uma desintoxicação definindo um horário diário. Depois se verá.

Por isso achei interessante o desafio colocado por esta personagem do Dr. Monster:

E este infográfico de José Duarte que vi no The Fox is Black, é impressionante na forma tão simples como evidencia a epidemia do vício:





Datas

30 01 2012

Acabam os feriados. Quatro a quatro que é para ser mais rápido. E as datas significativas vão ficando à escolha de cada um. Nas famílias chama-se a atenção para uns dias que os adultos achem importantes. Os professores destacarão outros dias. E por aí fora.
Quem sabe? Pode até pôr-se em risco a própria unidade nacional ao esquecermos alguns marcos importantes da construção da nossa identidade como nação. E isso em nome de um subjetivo aumento da produtividade.
Uma coisa é certa, é um mundo novo este em que vivemos, em que as fronteiras nacionais e a noção de soberania têm significados diferentes daqueles que eu aprendi a dar-lhes.
Adaptar-nos-emos.
E, lá por não ser feriado, amanhã não devemos esquecer de recordar o 31 de janeiro. Passaram 121 anos.





Mundo ao contrário

24 07 2011

Este é o editorial do Público. E eu aconselho a leitura. Basta um clique para que o texto fique mais legível.